Faz algum tempo que não tenho escrito, não é mesmo? Bom se vocês soubessem a correria que anda minha vida, tendo que resolver meu problema e dos outros, saberiam que essa demora é mais que justificável. Mas não vamos nos alongar em conversas, e vamos ao assunto, ok?
Se tem uma coisa que sempre me intrigou, foi o misterioso sucesso do livro e filme 50 Tons de Cinza. Como que uma obra tão execrada se tornou sucesso absoluto de bilheteria e vendas? Existem algumas explicações, mas nenhuma me convence. A mais difundida, nos diz que o sucesso de 50 Tons de Cinza se deve ao hype e a necessidade de constatar que realmente o livro/filme é ruim. A teoria até poderia ser plausível, não fosse o fato de que se assim fosse, outros tantos livros/filmes terríveis seriam bem sucedidos.
Acredito que o sucesso de 50 Tons de Cinza e seu icônico protagonista, Christian Grey, se deva em grande parte ao público feminino. Isso porque a obra mexe com a fantasia oculta de muitas mulheres, de encontrar um homem rico, bonito e charmoso para chamar de seu, mesmo com suas excentricidades.
O desejo feminino sempre foi sufocado pelo politicamente correto. E é justamente por isso que até hoje escutamos mulheres dizendo que buscam um parceiro fiel, romântico, inteligente e divertido. Não que elas não prezem por essas qualidades, mas elas sempre foram colocadas em segundo plano nas preferências femininas.
A ditadura do politicamente correto ensina às nossas mulheres que elas devem omitir, e fazer parecer que beleza e dinheiro, esses sim, são colocados em segundo plano por elas. Por isso mesmo, vemos nas rodas intelectualoides e conversinhas de bar, um repúdio a 50 Tons de Cinza que beira o nojo, não raras vezes sendo qualificada como "literatura de terceira categoria", "expressão máxima da vulgaridade" ou "livro para tiazonas mal amadas". Entre ser mais um paladino da moral e dos bons costumes que defende o politicamente correto e ser uma pessoa sincera, a primeira opção na maioria das vezes prevalece.
Isso explica o aparente paradoxo entre as críticas ácidas e o sucesso estrondoso de 50 Tons: a mulher que acusa o livro/filme de se tratar de literatura de terceira categoria, é a mesma que compra/assiste o livro/filme.
Em suma, une-se o útil ao agradável: tem-se a chance de ler uma literatura que invariavelmente mexerá com a imaginação das mulheres, ao mesmo tempo em que pousa de boa moça perante a sociedade.
Mulheres mentem, homens mentem. Mas os números jamais mentem. O sucesso de 50 Tons de Cinza se deve ao desejo oculto da mulher, que é mascarado pelos provincialismos do politicamente correto.
Au revoir!
quinta-feira, 20 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Não aceite mulher rodada!
Vou dar início à minha postagem deixando o link para um artigo que cai como uma luva nesse tema: clique aqui para lê-lo. A ilustre Mariana Ruy Barbosa nos diz que "É difícil mulher rodada encontrar um cara legal". E ela está completamente certa, e aqui explico o porquê.
Canso de ver mulheres bonitas com a mesma postura: quando estão no ápice da juventude correm atrás de cafajestes, canalhas e bad boys, enquanto que os caras legais ficam a ver navios e constantemente são obrigados a ouvir coisas do tipo "sinto muito, já tenho namorado". Essas mulheres vivem de balada em balada, de show em show, de bar em bar, fazendo o que elas chamam de "aproveitar a vida". E aí ficam com vários caras destacados porque, conscientes do alto poder de barganha que tem, e tomadas por um egoísmo máximo, o melhor é aproveitar, já que todos estarão caindo aos seus pés. Digo e repito: a abundância muitas vezes nos faz negligente com aquilo que grassa em nossas vidas.
O que essas mulheres parecem ignorar, é que quando se tornarem A Mulher de 30 Anos de Honoré de Balzac, os olhos dos cafajestes e cia. ltda. não se voltarão mais a ela, mas a outras mais novas e belas. Não é mera coincidência que mulheres dessa faixa etária empreendem uma verdadeira busca por um casamento com um cara legal. Algumas encontrarão algum tolo disposto a trocar altruísmo por egoísmo, outras permanecerão sozinhas até o fim de seus dias.
Essas mulheres são movidas pela conveniência, oportunidade e egoísmo. Elas só não correm mais atrás dos destacados pois o poder de barganha delas não pode mais fazer frente ao deles, e então decidem que é hora de construir uma família ao lado de um cara legal.
Penso que mulheres rodadas foram feitas para homens rodados. O problema é que nem mesmo eles querem elas, porque este tipo de homem vê a mulher da mesma forma como ele veria um carro, um celular ou qualquer outro bem de consumo que você imaginar. E convenhamos, ninguém quer pagar caro num fusca. A outra parcela de homens (sim, os mesmo que ouviram palhaçadas do tipo "sinto muito, já tenho namorado"), depois de tanto amargarem rejeições, buscam o desenvolvimento pessoal e tornam-se homens destacados que serão alvo da cobiça das mesmas que os rejeitaram.
A verdade é que essas mulheres morrerão sós, vítimas de seu próprio egoísmo inconsequente. Da mesma forma como a maioria dessas mulheres somente pensa em si mesmas, um cara legal deveria também somente pensar em si, salvo se tiver a felicidade de encontrar uma mulher exceção (eu, particularmente, nunca conheci uma).
Você quer mesmo entregar entregar os frutos de uma árvore que você plantou a alguém que nada contribui para que ela crescesse? Quer arcar com todos os ônus (se matar de estudar e trabalhar e ainda ter que se sujeitar as responsabilidades de um casamento) enquanto que ela usufrui os bônus ("curtiu a vida adoidada" na juventude e ainda arranjou um senhor partido para casar)?
Se você é um cara legal, que foi preterido pelos destacado lá na época de escola e faculdade, pague com a mesma moeda e não aceite esse tipo de mulher indigna. Lembre-se: ninguém liga mais para altruísmo mútuo. As pessoas somente pensam nelas mesmas e isso é normal quando se trata relacionamento.
As mulheres comandam as peças brancas no xadrez da vida. E infelizmente, costumam fazer jogadas precipitadas que culminam em um mate precoce.
Au revoir!
Canso de ver mulheres bonitas com a mesma postura: quando estão no ápice da juventude correm atrás de cafajestes, canalhas e bad boys, enquanto que os caras legais ficam a ver navios e constantemente são obrigados a ouvir coisas do tipo "sinto muito, já tenho namorado". Essas mulheres vivem de balada em balada, de show em show, de bar em bar, fazendo o que elas chamam de "aproveitar a vida". E aí ficam com vários caras destacados porque, conscientes do alto poder de barganha que tem, e tomadas por um egoísmo máximo, o melhor é aproveitar, já que todos estarão caindo aos seus pés. Digo e repito: a abundância muitas vezes nos faz negligente com aquilo que grassa em nossas vidas.
O que essas mulheres parecem ignorar, é que quando se tornarem A Mulher de 30 Anos de Honoré de Balzac, os olhos dos cafajestes e cia. ltda. não se voltarão mais a ela, mas a outras mais novas e belas. Não é mera coincidência que mulheres dessa faixa etária empreendem uma verdadeira busca por um casamento com um cara legal. Algumas encontrarão algum tolo disposto a trocar altruísmo por egoísmo, outras permanecerão sozinhas até o fim de seus dias.
Essas mulheres são movidas pela conveniência, oportunidade e egoísmo. Elas só não correm mais atrás dos destacados pois o poder de barganha delas não pode mais fazer frente ao deles, e então decidem que é hora de construir uma família ao lado de um cara legal.
Penso que mulheres rodadas foram feitas para homens rodados. O problema é que nem mesmo eles querem elas, porque este tipo de homem vê a mulher da mesma forma como ele veria um carro, um celular ou qualquer outro bem de consumo que você imaginar. E convenhamos, ninguém quer pagar caro num fusca. A outra parcela de homens (sim, os mesmo que ouviram palhaçadas do tipo "sinto muito, já tenho namorado"), depois de tanto amargarem rejeições, buscam o desenvolvimento pessoal e tornam-se homens destacados que serão alvo da cobiça das mesmas que os rejeitaram.
A verdade é que essas mulheres morrerão sós, vítimas de seu próprio egoísmo inconsequente. Da mesma forma como a maioria dessas mulheres somente pensa em si mesmas, um cara legal deveria também somente pensar em si, salvo se tiver a felicidade de encontrar uma mulher exceção (eu, particularmente, nunca conheci uma).
Você quer mesmo entregar entregar os frutos de uma árvore que você plantou a alguém que nada contribui para que ela crescesse? Quer arcar com todos os ônus (se matar de estudar e trabalhar e ainda ter que se sujeitar as responsabilidades de um casamento) enquanto que ela usufrui os bônus ("curtiu a vida adoidada" na juventude e ainda arranjou um senhor partido para casar)?
Se você é um cara legal, que foi preterido pelos destacado lá na época de escola e faculdade, pague com a mesma moeda e não aceite esse tipo de mulher indigna. Lembre-se: ninguém liga mais para altruísmo mútuo. As pessoas somente pensam nelas mesmas e isso é normal quando se trata relacionamento.
As mulheres comandam as peças brancas no xadrez da vida. E infelizmente, costumam fazer jogadas precipitadas que culminam em um mate precoce.
Au revoir!
O Porquê desse Blog
Confesso que foram
muitas as vezes em que pensei desistir da ideia de um blog e deixar os textos
aqui escritos particulares. Por vários motivos: tempo e a falsa ideia de que
não havia Matrix, mas sim um proselitismo hipócrita, foram os principais. Mas é
fato que mundo a fora ainda existem aqueles que acreditam em samaritanismos
quando o assunto é conquistar uma bela mulher. E esse blog é voltado para essas
pessoas, embora nada impeça que os conhecedores da real possam fazer bom uso
dele. A blogosfera está órfã de blogs que abordem o gostar e a paixão sob o
aspecto científico, e este blog veio para suprir (ou pelo menos tentar suprir)
essa lacuna.
A
intenção é abrir os teus olhos. Muitos cometem o erro
de serem bons homens sem se perceber que o caráter não é preferência das
mulheres. Antes de ela analisar se você é um cara estudioso, trabalhador,
inteligente e romântico, ela vai ver se você tem o binomino que todas elas
buscam: beleza e dinheiro.
Obviamente elas farão o que sempre fazem e se fingirão de mulher exceção,
embora suas atitudes mostrarão o contrário.
Não percam o tempo de
vocês e se desenvolvam o máximo que puderem. Por pior que seja a situação e por
mais adversas que sejam as circunstâncias, mantenha a cabeça erguida e lapide a
si próprio com os rigores do melhor ourives. Obviamente o dinheiro não é tudo,
mas certamente ele abra portas e te torna quase que instantaneamente um macho
alfa: basta você largar de preguiça e investir em si próprio.
Quem dera eu tivesse
acesso a essas informações antes e soubesse da importância que faz o dinheiro e
a beleza na vida das pessoas. Infelizmente, não tive essa oportunidade e o
aprendizado veio tardio, embora nunca seja realmente tarde para mudar de vida. Mas quanto mais cedo você adquirir esses
conhecimentos, mais tempo de vida você poderá aproveitar.
Enfim, esse blog não é
fruto da revolta ou do ódio. É uma clara
denúncia à sociedade hipócrita em que vivemos, que prega o sagrado mas pratica
o profano.
Não espere ser o bom samaritano
da história e esperar gratidão por isso pois o egoísmo é inerente ao ser
humano, embora você, dotado de capacidade crítica, deva entender que a postura
adequada seja tratar os demais da forma como eles lhe tratam. Se tu fazes o bem
e te pagam com o mal, faça o mal a essa pessoa.
Se tu fazes o mal, no entanto,
não espere clemência para contigo.
Alguns poucos pregam o
sagrado e o praticam, independente de gratidão ou não, embora o fim destes seja
triste. Basta olhar para Jesus Cristo, cujo altruísmo e bondade infinitas foram
pagos com humilhação, tortura e morte.
Au revoir!
Sobre metamorfose, lagartas e betas
Hoje estive absorto em pensamentos e
não pude deixar de reparar nas inúmeras semelhanças entre a lagarta e o homem
beta [1]. Tal como a lagarta, o beta é feio, lerdo e pegajoso. Não precisa ser
gênio para constatar que a ojeriza das mulheres não se estende exclusivamente
às lagartas, mas a eles também.
O detalhe que muitas parecem ignorar, é
que esta mesma lagarta um dia será uma bela borboleta, através do processo
conhecido como metamorfose. Assim como grande parte das mulheres compartilham
sua ojeriza por betas e lagartas, a metamorfose não é virtude exclusiva das
nossas pobres e feiosas lagartas: ela se estende aos homens também, em
especial àqueles invisíveis aos olhos femininos.
Engana-se aquele que crê que o esforço
de um beta é valorizado pelas mulheres. Isso, no universo feminino, é um
aspecto acessório que não raras vezes é prescindível, especialmente se você é
um alfa [2]. Elas buscam as borboletas, independente daquela mesma lagarta
feia, lerda e pegajosa um dia também se tornar uma. Elas pensam somente no hoje
e jamais no amanhã.
É verdade, não podemos generalizar.
Nesta caminhada inclemente, poucos são aqueles que chegarão a romper o casulo
(ou até mesmo construí-lo) rumo a sua verdadeira liberdade. Mas àqueles dispostos
a encarar os sacrifícios umbilicais ao desenvolvimento pessoal, as chances de
vitória aumentam exponencialmente.
Quando o homem beta se entrega
obsessivamente aos estudos, ao trabalho e ao desenvolvimento corporal,
intelectual e espiritual, constrói lentamente seu casulo. No caso dos homens,
demora anos, talvez décadas.
Mas ao eclodir de seu casulo, não será
o mesmo homem de antes: vivenciar os altos e baixos da existência
amplia consideravelmente sua visão de mundo. Nunca é demais falar que o
desenvolvimento pessoal é crucial se você pretende um dia viajar para o
exterior, se relacionar com mulheres tops e depois de aproveitar bem essa fase
da vida (tardia, porém válida), quem sabe, casar com uma mulher digna (embora
minhas crenças quanto a existência desse tipo de mulher mínguem a cada dia que
passe).
Já discutimos em outro artigo (Marriage
Strike: a greve de casamento) os efeitos nefastos de preferir uma
“borboleta” à uma “lagarta” com grande potencial para se tornar uma “borboleta”
também. Isso acontece meus amigos, a todo momento. E meus temores são de que
esse quadro dificilmente se reverterá.
Recomendo a leitura do artigo para que
entendam porque é mais seguro para uma mulher buscar uma “lagarta” do que uma
“borboleta”. Enfim, o artigo foi pontual e abordou a questão um tanto quanto en passant; se calhar, escreverei um artigo mais direcionado a esta triste escolha
das mulheres.
Resumo da ópera: as lagartas constroem
seu casulo para tornarem-se borboletas e os betas constroem seu “casulo” para
tornarem-se alfas.
Quem diria que uma simples lagarta
poderia trazer uma reflexão tão exitosa?
Au revoir!
[1] Refiro-me basicamente a homem beta como
sendo o homem pobre, feio e sem destaque.
[2] Refiro-me basicamente a homem alfa como
sendo o homem rico, bonito e destacado.
domingo, 26 de março de 2017
Mulher gosta de dinheiro?
Essa é uma das
perguntas que mais são feitas no meio masculino, e motivo de preocupação para
muitos, pois nem todos detêm as bênçãos da boa saúde financeira. A psicologia
evolutiva nos ensina que as mulheres se sentem atraídas por homens capazes de
prover recursos essenciais à vida, o que não deixa de ser verdade. Contudo,
esse tipo de assertiva não deve ser analisada isoladamente, mas em conjunto com
outras fontes de conhecimento, sob pena de crermos que basta ao homem ser independentemente
financeiro para se tornar alvo dos interesses femininos.
É um grave erro achar
que as mulheres estão unicamente interessadas somente no poder aquisitivo do
homem. Elas até podem fingir gostar de você, seja para alimentar seus egos famintos,
seja para faturar uns presentinhos, mas a verdade nua e crua é que dinheiro por
si só não é sinônimo de mulher apaixonada. Eis um exemplo fotográfico que
ilustra a situação em supra:
O
coroa da foto é Flavio Briatore, chefe da equipe Renault de Fórmula 1, ao lado
de sua nova mulher, Elisabetta Gregoraci. Interesse romântico? Acho difícil...
Interesse material? Provavelmente.
Note que casos como o
de Biatore são raríssimas exceções. Mulheres sentem-se atraídas por vários
atributos masculinos (a edição nº 2.261 da revista Veja enumera nada mais, nada
menos que 14 deles!), mas certamente a riqueza e beleza encabeçam o topo da
lista. O que sobra em Flavio de dinheiro, lhe falta em beleza.
Não se iludam com o velho engodo de que a riqueza masculina é o que a beleza feminina é para o homem. Essa falácia surgiu em função de outra falácia: a de achar que é o poder aquisitivo masculino isoladamente que atrai as mulheres e não em conjunto com sua beleza. Note que a maioria esmagadora dos endinheirados são considerados bonitos para os parâmetros femininos. Portanto, o dinheiro é meio e não fim para atrair mulheres. Deixo-vos alguns exemplos dessa realidade:
Dan
Bilzerian, vulgo Playboy do Instagram. O corpo musculoso, a barba espartana e a
fama certamente são um afrodisíaco natural para qualquer mulher. Interesse
romântico e material unidos em uma só pessoa.
Olin
Batista, filho do empresário milionário Eike Batista, ao lado de Babi Rossi,
ex-panicat do Programa Pânico. Olin, além de DJ, certamente está dentro dos
parâmetros de beleza masculina. As alfinetadas de Babi Rossi após o fim do
“romance”, é um indício de que, além de material, o relacionamento contou com
interesse romântico.
Sempre me questionei o
motivo de uma pergunta tão singela ser alvo de tanta polêmica. É lógico que
mulher gosta de dinheiro. Não só as mulheres, como todo mundo (Oh, rly?). Mas daí achar que para atrair
as mulheres basta uma gorda conta bancária é um grande equívoco. Se não houver
um mínimo de beleza envolvida, você não passará de uma carteira ambulante. Elas
irão gostar do seu dinheiro, não de você. De você, elas simplesmente vão fingir
gostar.
O imperador romano
Júlio César, em defesa do divórcio de sua ex-mulher, Pompeia, proclamou uma
frase que deu origem a seu famoso adágio: “A
mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”. O mesmo vale
para o homem: não lhe basta ser rico, deve parecer rico.
Au
revoir!
Marriage Strike: a greve de casamento
Os tempos modernos nos
dão claro testemunho de que o casamento é um instituto em franca decadência.
Mal se toca no assunto e a impressão que se passa é que falar em casamento é o
mesmo que falar do diabo. E então, por que diabos, o casamento quedou do Céu ao
Inferno em poucas décadas? Elementar, meu caro Watson: inversão de valores.
O advento dos métodos
anticoncepcionais possibilitou às mulheres a chance de sexo farto e ilimitado
sem que isso implicasse necessariamente uma gravidez, o que despertou um latente
instinto promíscuo feminino. A fidelidade e os vínculos conjugais, que antes
eram imprescindíveis para os bons cuidados aos rebentos, tornaram-se
dispensáveis uma vez que a gravidez agora se tornou evitável.
Diante desta nova
realidade, algumas mulheres resolveram abandonar os “bons modos” e passaram a
por em prática o sexo e o amor, livres de amarras morais ou éticas. Ignoraram
solenemente o fato de que o instinto masculino, forjado na bigorna de milhares
de anos de evolução, anseia por uma mulher casta, pudica e recatada. Afinal de
contas, um comportamento promíscuo no longínquo passado humano poderia
significar manter o filho alheio, o que é naturalmente uma ideia abjeta sob o
ponto de vista evolutivo (tendo o ciúmes
surgido como resposta adaptativa).[1]
Não bastasse isso,
algumas feminazi (que se dizem
feministas) justificam suas libertinagens nas libertinagens masculinas, como se
pegar o que há de pior no ser humano fosse parâmetro para querer se igualar.
Ora, se assim fosse, nos tornaríamos todos assassinos sob o pretexto de que
existe assassinos no mundo, o que obviamente é uma ideia no mínimo absurda. O
argumento de que não existem homens castos, pudicos e recatados é inválido, pois
existem (e geralmente eles têm potencial para serem os bons maridos de amanhã,
lembrem-se).
A questão é: esse
pensamento se propagou de tal forma que nos tempos modernos é praticamente
impossível encontrar uma “beata” (em que a aparência obviamente não tenha sido
determinante para esta condição, em outras palavras, uma mulher feia) que tenha saído incólume da mosquinha rosa da
libertinagem feminina. E o motivo para tanto é muito simples: o ser humano age por conveniência. Seja
você homem ou mulher.
Certo, e você me
pergunta agora o que isso tudo tem a ver com o famigerado casamento? É fácil
entender. As mulheres, no ápice da juventude, detém um poder de barganha
infinitamente superior ao do homem. Diante desse poder, naturalmente elas darão
preferência para os douchebags pois o
poder de barganha dos dois corresponde. Obviamente ela não se importa tanto com
o fato de ele ser um completo cretino pois o
caráter é um aspecto acessório nas relações humanas, e não principal. Até
aí tudo bem: a lolita entra com a
beleza e o bad boy com seu status. Justo.
O grande problema nessa
grande equação social é que as mulheres não contam que o poder de barganha
delas tende a diminuir com o tempo ao passo que o do homem tende a aumentar.
Considerando que a relação se originou de uma barganha nivelada, o homem ao
perceber que essa relação está se tornando desequilibrada (seu poder de
barganha aumenta cada vez mais ao passo que o do da mulher diminui cada vez mais)
abandona essa mulher e arranja uma capaz de fazer justiça a seu poder de
barganha. E não há nada de errado nisso.
Da mesma forma como conveio à nossa jovenzinha preferir o bad boy ao nerd, conveio
ao nosso provecto magnata preferir a novinha à velhinha.
O
magnata estadunidense e presidente dos EUA, Donald Trump, ilustra bem
esse exemplo. Casou-se com 3 mulheres, uma mais nova que a outra. Exemplo claro
da hipergamia feminina aplicada na prática.
Isso
tudo poderia ser facilmente evitado se as mulheres pensassem mais com a cabeça
do que com o coração, mais prospectivamente do que contemporaneamente.
Creio que vale a pena sacrificar uma vida de tentações e livre de putaria na
juventude para dedicar sua vida a um nice
guy. Como já foi explicado em outro artigo, o “cara bonzinho” valoriza
imensamente relacionamentos com mulheres que lhe agradam. É quase certo que, lá
na frente, quando a velhice bater sua porta, ele a enxergará como mulher e não
como bem de consumo, e dessa vez ele sacrificará passatempos com novinhas para
estar ao seu lado, como reconhecimento e pagamento da dívida que ele tinha com
ela quando tinha tudo em cima e enxuto. Mas isso jamais acontecerá pois a
maioria das mulheres tem o condão de agir impulsivamente.
Ok, e onde entra o Marriage Strike nessa história toda? O
casamento, que antes era um instituto voltado a garantir que mulheres honrassem
seus maridos e vice-versa, tornou-se uma excelente forma das mulheres
garantirem o melhor de dois tempos: a juventude e a velhice. Na juventude vive uma vida de pura
libertinagem e na velhice tem um casamento à disposição para receber as honras
masculinas que jamais retribuiu. Poderíamos traçar um paralelo de alguém
que planta uma árvore cujos frutos serão devorados por alguém que nada fez para
que a árvore frutificasse.
O problema (para as
mulheres, é claro), é que os homens perceberam
que, no casamento, o homem tem tudo a perder e a mulher tudo a ganhar! Percebendo
que o casamento migrou da esfera do sagrado para a do profano, os homens
resolveram impor um embargo a essa prática, nascendo aí o famigerado Marriage Strike (ou Greve de Casamento
na nossa boa e velha língua pátria).
Pelo visto, o casamento
perdeu o ar da graça e ganhou a fama da pena de caráter perpétuo, tão repetida
nas nossas rodas de bar.
Au
revoir!
[1] http://veja.abril.com.br/ciencia/a-quimica-do-amor/
Academia: um mal necessário
Acredito que seja
consenso que a constante busca por uma vida mais saudável e um corpo esbelto
certamente é uma das várias formas de desenvolvimento humano que temos ao nosso
dispor. Por ser um esporte que demanda sacrifício e uma irresignação descomunal,
muitos acabam desistindo e voltando àquela velha vida de Coca-Cola com Doritos.
Seria leviano de minha
parte dizer que os que praticam musculação o praticam por puro interesse.
Apesar do interesse ser regra entre nós, eu precisaria conhecer o íntimo de cada
um para realizar tal afirmação. Mas arrisco dizer que, como a maioria das ações
que tomamos parte, a musculação não foge à regra do interesse.
E qual interesse seria
esse, afinal? Atrair os cobiçosos olhares femininos e, quem sabe, descolar uma
paquera. Diante dessa afirmação, logo surgem hostes bradando que a musculação
deve ser feita por amor a prática e que a prática do esporte apenas para atrair
a atenção feminina é algo condenável.
Posso começar dizendo
que essas pessoas não tem autoridade (nem moral) para dizer os motivos pelo
qual alguém deve ou não deve praticar musculação. Parem com essa demagogia
barata porque ela só cola para os pseudointelectuais e os politicamente
corretos (embora eu acredite que um é sinônimo do outro). Enchem a boca para condenar,
como se os motivos para as críticas fossem um detalhe insignificante.
A verdade, meu caros (e
minhas caras), arrisco dizer, é que a
maioria das pessoas vai para a academia para satisfazer o ego de uma sociedade
cada vez mais entregue às vaidades. Nem mais, nem menos. E não há nada de
errado nisso. Quem diz não apreciar uma mulher ou um homem bonito de dois, um:
ou é um hipócrita, ou padece de alguma condição psicológica obscura (e por
favor, vamos esquecer aqui a questão de gênero; entenda homem como aquele que
possui um órgão sexual masculino e mulher como aquela que possui um órgão
sexual feminino).
Se você está atrás de
mulher com alto poder de barganha, deve ter um poder de barganha superior ou no
mínimo equivalente ao dela. Do contrário, escutará as velhas desculpas de
sempre: “Ah, sabe o que é, eu já tenho namorado.” ou “Não temos química.” ou
ainda “Vamos ficar só na amizade, tá?”.
Sabemos bem que a vida
é infinitamente mais fácil para quem nasceu em berço de ouro, mas estar no
fundo do poço não significa que não possamos sair dele, mas temos que estar
disposto a pagar o preço por isso.
A musculação é um preço
amargo a ser pago, mas seus frutos certamente serão doces.
Aristóteles, em toda
sua sabedoria, já havia nos dito: “A educação tem raízes amargas, mas os seus
frutos são doces”.
Au
revoir!
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